Em outro post comentei que jogamos fora, no nosso dia-a-dia, diversos alimentos [ou parte deles] ricos em nutrientes, devido a nossa ignorância no assunto.
Folhas do brócolis, da couve-flor, da beterraba, talos de diversas plantas são lançados diariamente ao lixo, sem nenhuma dor na consciência, enquanto tantos passam fome pelo mundo.
É compreensível, pois isso ocorre devido a nossa aprendizagem em nossa cultura, que ainda por cima prioriza o industrializado, acima do fresco.
Com a abóbora, a cenoura e determinadas frutas não é diferente
A maior parte das pessoas se desfaz de suas cascas como se fossem uma parte venenosa do alimento, sem se darem conta de que, em verdade, estão abrindo mão de verdadeiro tesouro alimentar!
Hoje, lendo a revista "Vegetarianos", encontrei o seguinte relato: "Segundo dados da ONG Banco de Alimentos, a casca da abóbora tem 104% mais proteína, 120% mais fibras e 54,5% mais potássio do que sua polpa. Enquanto a rama da cenoura tem 306% mais proteína do que ela em si e quase 190% a mais de fibras.
No caso das frutas, a disparidade é ainda maior: a casca da melancia, por exemplo, tem 388% a mais de potássio do que sua polpa. O potássio é um importante nutriente que auxilia no controle da pressão sanguínea, na formação dos nervos e na prevenção de câimbras."
Entendo que aprendemos com nossas mães e avós que as cascas de grande parte dos alimentos devem ser descartadas. Se levarem veneno, até concordo.
Entretanto, as cinderelas de plantão que cuidam de sua saúde e da dos familiares, comprando alimentos orgânicos, podem e devem aproveitar muito mais!
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Refinados e venenosos.
Quem me conhece sabe que tenho imenso respeito pela ciência. Até porque ela se entende incompleta, está em busca de superação constante, de acordo com suas possibilidades instrumentais, tecnológicas no tempo histórico em que faz suas pesquisas.
Se no século XIII acreditávamos que a Terra era o centro do sistema, hoje já temos instrumentos capazes de confirmar que em verdade é o amigo Sol o grande astro do pedaço.
Com isso, temos de conviver com esta enorme ferida narcísica: Pertencemos a um planetinha minúsculo da galáxia, representando pequeno grão de areia no Todo criado pelo Pai.
Simples assim.
Então, não existe vergonha alguma em apontarmos erros, aceitarmos as mudanças, irmos em busca do novo, superando aquilo que não nos serve mais, seja no campo científico, filosófico ou religioso.
Afinal, quem gosta de viver na ignorância só colhe dificuldades.
E, por falar em dificuldades, no século XIX existiram alguns "erros científicos" desastrosos, que perduram até hoje, apesar de tantas evidências sobre tais assuntos.
Um dos mitos que nos prejudica enormemente diz respeito aos tais "refinados", apresentados como produtos do futuro, bênçãos de saúde e alegria do paladar.
A cocaína, a farinha de trigo e o açúcar, são três dos "pós brancos" letais.
Todos eles são o resultado de um processo de “refino”: da coca, do trigo e da cana.
Três venenos que causam muito mais males que benefícios.
Quando a ciência afirmou que o "refinamento" (veja que ironia usarmos este termo!) seria o mesmo que extrair o melhor que há na natureza - sua essência - equivocou-se, pois deixou de observar a sabedoria intrínseca existente nela mesma, em sua apresentação nutritiva, em sua integralidade eficaz.
Deixou de levar em conta que a natureza por si só é sábia e não nos pede nenhum processamento para consumo, muito ao contrário!
Deus não joga dados!
Correto, Einstein! Não joga dados, nem produz materiais incompletos.
Tudo o que está disponível para os seres da criação é bom, útil, valoroso. dentro de cada espécie. de acordo com suas potencialidades e caracteristicas filogenéticas.
Os alimentos devem ser consumidos preferencialmente in natura, sem cozimentos, sem aditivos, sem refinados, conservantes, corantes, e todos os "antes" que vemos acumulados em pequenas porções nas prateleiras dos supermercados.
Aliás, este processo de refinamento submete as plantas a todos os tipos de maus-tratos.
São esmagadas entre cilindros de aço, lançadas no fogo, recebem cortes de navalha, banhos com ácido, etc.
Como podemos achar que, depois de tantos ataques à vida, o resultado poderia ser bom?
O trigo e o açúcar comprovadamente causam problemas à saúde. Nem tocarei mais no assunto cocaína, pois ao menos este me parece ser unanimemente apontado como sendo prejudicial. Ou melhor, cabe ainda mais um comentário sobre a cocaína [bem lembrado por uma amiga querida]: ela vicia (claro!), assim como o açucar, este "doce veneno" que é servido em potes e copos lindos, para crianças e adultos, diariamente.
Quando usados cotidianamente, estes produtos aceleram o processo de acidificação do sangue, levando o organismo a um estado de inflamação constante. O sistema inumológico entra em colapso, deixando de proteger o corpo contra diversos tipos de ataque.
O açucar, além de causar diabetes e problemas cardiacos, promove a produção de fungos, prejudicando enormemente a microcirculação e, portanto, todos os orgãos e tecidos.
São venenos brancos, vendidos como maravilhas para a culinária, que levam a população ao adoecimento.
A natureza, repito, é sábia.
Casca, brotos, caules, polpas.. tudo é bom, desde que usados com sabedoria.
A ciência da nutrição já deu passos largos neste século e muito nos tem ajudado nestes caminhos.
Como dizia o poeta "a lição sabemos decór, só nos resta aprender!"
Se no século XIII acreditávamos que a Terra era o centro do sistema, hoje já temos instrumentos capazes de confirmar que em verdade é o amigo Sol o grande astro do pedaço.
Com isso, temos de conviver com esta enorme ferida narcísica: Pertencemos a um planetinha minúsculo da galáxia, representando pequeno grão de areia no Todo criado pelo Pai.
Simples assim.
Então, não existe vergonha alguma em apontarmos erros, aceitarmos as mudanças, irmos em busca do novo, superando aquilo que não nos serve mais, seja no campo científico, filosófico ou religioso.
Afinal, quem gosta de viver na ignorância só colhe dificuldades.
E, por falar em dificuldades, no século XIX existiram alguns "erros científicos" desastrosos, que perduram até hoje, apesar de tantas evidências sobre tais assuntos.
Um dos mitos que nos prejudica enormemente diz respeito aos tais "refinados", apresentados como produtos do futuro, bênçãos de saúde e alegria do paladar.
A cocaína, a farinha de trigo e o açúcar, são três dos "pós brancos" letais.
Todos eles são o resultado de um processo de “refino”: da coca, do trigo e da cana.
Três venenos que causam muito mais males que benefícios.
Quando a ciência afirmou que o "refinamento" (veja que ironia usarmos este termo!) seria o mesmo que extrair o melhor que há na natureza - sua essência - equivocou-se, pois deixou de observar a sabedoria intrínseca existente nela mesma, em sua apresentação nutritiva, em sua integralidade eficaz.
Deixou de levar em conta que a natureza por si só é sábia e não nos pede nenhum processamento para consumo, muito ao contrário!
Deus não joga dados!
Correto, Einstein! Não joga dados, nem produz materiais incompletos.
Tudo o que está disponível para os seres da criação é bom, útil, valoroso. dentro de cada espécie. de acordo com suas potencialidades e caracteristicas filogenéticas.
Os alimentos devem ser consumidos preferencialmente in natura, sem cozimentos, sem aditivos, sem refinados, conservantes, corantes, e todos os "antes" que vemos acumulados em pequenas porções nas prateleiras dos supermercados.
Aliás, este processo de refinamento submete as plantas a todos os tipos de maus-tratos.
São esmagadas entre cilindros de aço, lançadas no fogo, recebem cortes de navalha, banhos com ácido, etc.
Como podemos achar que, depois de tantos ataques à vida, o resultado poderia ser bom?
O trigo e o açúcar comprovadamente causam problemas à saúde. Nem tocarei mais no assunto cocaína, pois ao menos este me parece ser unanimemente apontado como sendo prejudicial. Ou melhor, cabe ainda mais um comentário sobre a cocaína [bem lembrado por uma amiga querida]: ela vicia (claro!), assim como o açucar, este "doce veneno" que é servido em potes e copos lindos, para crianças e adultos, diariamente.
Quando usados cotidianamente, estes produtos aceleram o processo de acidificação do sangue, levando o organismo a um estado de inflamação constante. O sistema inumológico entra em colapso, deixando de proteger o corpo contra diversos tipos de ataque.
O açucar, além de causar diabetes e problemas cardiacos, promove a produção de fungos, prejudicando enormemente a microcirculação e, portanto, todos os orgãos e tecidos.
São venenos brancos, vendidos como maravilhas para a culinária, que levam a população ao adoecimento.
A natureza, repito, é sábia.
Casca, brotos, caules, polpas.. tudo é bom, desde que usados com sabedoria.
A ciência da nutrição já deu passos largos neste século e muito nos tem ajudado nestes caminhos.
Como dizia o poeta "a lição sabemos decór, só nos resta aprender!"
Finalizando o alerta, colo aqui pequeno trecho de um texto escrito por Denis Burgierman, jornalista, escritor e sócio da Webcitizen, uma empresa que cria plataformas de engajamento cívico e mobilização.
"Em 1870, caímos na ilusão de que era possível “refinar” plantas até extrair delas o bem absoluto, apenas para nos convencermos décadas depois de que tínhamos criado o mal absoluto. Mas será que o problema não é essa mania humana de separar as coisas entre “O Bem” e “O Mal” em vez de entender que o mundo é mais complexo que isso e que há bem e mal em cada coisa? Trigo, cana e coca, se mastigados inteiros – integrais – são nutritivos e inofensivos e protegem contra doenças crônicas. Precisamos parar de tentar “refinar” a natureza e entender que ela é melhor integral."
"Em 1870, caímos na ilusão de que era possível “refinar” plantas até extrair delas o bem absoluto, apenas para nos convencermos décadas depois de que tínhamos criado o mal absoluto. Mas será que o problema não é essa mania humana de separar as coisas entre “O Bem” e “O Mal” em vez de entender que o mundo é mais complexo que isso e que há bem e mal em cada coisa? Trigo, cana e coca, se mastigados inteiros – integrais – são nutritivos e inofensivos e protegem contra doenças crônicas. Precisamos parar de tentar “refinar” a natureza e entender que ela é melhor integral."
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Metas para 2014 e Agradecimentos
Por certo 2013 foi um ano ímpar, não apenas pelo número em questão, mas por conta de situações vividas, bastante singulares, ricas, desafiadoras.
Foi ano de fechar ciclos importantes, seja no campo profissional, pessoal ou espiritual.
Para mim, confesso, foram situações muito positivas.
Embora já fosse vegetariana desde 1999, foi neste ano que descobri o crudivorismo, embarcando com novas amizades rumo a conhecimentos interessantes e importantes.
Também foi neste ano que comecei uma Pós Graduação em Pedagogia Espírita, firmando outras tantas amizades junto a um grupo de pessoas especiais.
Além disso, consegui dar boas contribuições no campo da Psicoterapia, com importantes passos em meu consultório, definindo alguns projetos terapêuticos para o próximo ano, com parceiras incríveis!
Outra rica descoberta foi junto às crianças da ONG Leal, em Vinhedo, em atividades semanais que desenvolvemos por lá...
E também continuo firme com minhas atividades no CEAK - Casa que ajudei a fundar e que amo de toda a minha alma.
Já no finalzinho deste ciclo, eis que surgem novas alegrias: A adoção do pequeno Alecrim - um gatinho querido, recolhido por uma ONG protetora de animais; e o nascimento do belo Madiba - um bezerrinho malhado, filho de uma vaca linda, do nosso sítio.
Sim, existiram momentos difíceis. Mas estes foram superados, graças a lucidez necessária, aliada a apoios fundamentais, gerando crescimento.
Enfim, 2014 vem chegando e com ele tantos outros desafios. Novos e antigos.
Continuar escrevendo neste blog é um deles. Confesso que o tempo anda apertado, muito aquém do desejado. Mas nada que uma boa dose de disciplina não resolva o caso...
Por hoje, passo por aqui para falar destas coisas todas e também para desejar a todos um Natal coerente, de paz e luz. Que consigamos fazer uma festa de aniversário condizente com o aniversariante, com boa dose de alegrias, mas sem excessos.
Um Natal simples, focado na reflexão, na união.
Tenho certeza de que, se for desta maneira, o aniversariante comparecerá, contente com nossa oferta (e procura).
Também quero agradecer pelas visitas e comentários. Logicamente que sem vocês nem existiria este local de trocas. Então, muito obrigada por tudo...Pela paciência comigo neste ano e por dedicarem o tesouro de vossos corações ao bem.
Sinceramente, eu acredito que podemos mudar o mundo para melhor.
Mas, para isso, precisamos nos unir, cada vez mais, em prol do bem.
Façamos isso!
Combinado?
Que o próximo ano seja de belas vitórias neste campo.
E que, no final dele, possamos comemorar, felizes, por todas estas e outras conquistas!
Muita paz!
Com o coração feliz,
Claudia Gelernter
Foi ano de fechar ciclos importantes, seja no campo profissional, pessoal ou espiritual.
Para mim, confesso, foram situações muito positivas.
Embora já fosse vegetariana desde 1999, foi neste ano que descobri o crudivorismo, embarcando com novas amizades rumo a conhecimentos interessantes e importantes.
Também foi neste ano que comecei uma Pós Graduação em Pedagogia Espírita, firmando outras tantas amizades junto a um grupo de pessoas especiais.
Além disso, consegui dar boas contribuições no campo da Psicoterapia, com importantes passos em meu consultório, definindo alguns projetos terapêuticos para o próximo ano, com parceiras incríveis!
Outra rica descoberta foi junto às crianças da ONG Leal, em Vinhedo, em atividades semanais que desenvolvemos por lá...
E também continuo firme com minhas atividades no CEAK - Casa que ajudei a fundar e que amo de toda a minha alma.
Já no finalzinho deste ciclo, eis que surgem novas alegrias: A adoção do pequeno Alecrim - um gatinho querido, recolhido por uma ONG protetora de animais; e o nascimento do belo Madiba - um bezerrinho malhado, filho de uma vaca linda, do nosso sítio.
Sim, existiram momentos difíceis. Mas estes foram superados, graças a lucidez necessária, aliada a apoios fundamentais, gerando crescimento.
Enfim, 2014 vem chegando e com ele tantos outros desafios. Novos e antigos.
Continuar escrevendo neste blog é um deles. Confesso que o tempo anda apertado, muito aquém do desejado. Mas nada que uma boa dose de disciplina não resolva o caso...
Por hoje, passo por aqui para falar destas coisas todas e também para desejar a todos um Natal coerente, de paz e luz. Que consigamos fazer uma festa de aniversário condizente com o aniversariante, com boa dose de alegrias, mas sem excessos.
Um Natal simples, focado na reflexão, na união.
Tenho certeza de que, se for desta maneira, o aniversariante comparecerá, contente com nossa oferta (e procura).
Também quero agradecer pelas visitas e comentários. Logicamente que sem vocês nem existiria este local de trocas. Então, muito obrigada por tudo...Pela paciência comigo neste ano e por dedicarem o tesouro de vossos corações ao bem.
Sinceramente, eu acredito que podemos mudar o mundo para melhor.
Mas, para isso, precisamos nos unir, cada vez mais, em prol do bem.
Façamos isso!
Combinado?
Que o próximo ano seja de belas vitórias neste campo.
E que, no final dele, possamos comemorar, felizes, por todas estas e outras conquistas!
Muita paz!
Com o coração feliz,
Claudia Gelernter
sábado, 16 de novembro de 2013
Vinagrete de Bananas com Limão Siciliano
Esta receita foi inspirada em uma outra, no site do Cantinho Vegetariano. Aliás, adoro as receitas de lá! O link para o espaço deles está aqui.
Como incrementei um pouco mais, alterando inclusive alguns temperos, decidi postar aqui, até porque, modéstia à parte, ficou deliciosa!
Servi como acompanhamento de arroz biodinâmico, lentilhas com shitake, farofa de castanhas-do-Pará e um refogado de vagem com abobrinha paulista e alecrim. Claro que antes servi duas boas saladas, até porque elas são meu primeiro e maior alvo.
Vamos à receita:
Ingredientes:
4 bananas nanicas maduras
2 tomates picadinhos
1/2 cebola picadinha
Cheiro verde picadinho
Suco de 1 e 1/2 limão siciliano
Azeite
Sal do Himalaia
Modo de Fazer:
Pique as bananas em rodelas e coloque-as imediatamente no suco do limão para não escurecerem.
Em seguida, misture todos os outros ingredientes.
Prontinho! O sabor adocicado da banana com o ácido do limão mais o sal do Himalaia deram um toque sensacional neste acompanhamento.
Bom apetite!
Como incrementei um pouco mais, alterando inclusive alguns temperos, decidi postar aqui, até porque, modéstia à parte, ficou deliciosa!
Servi como acompanhamento de arroz biodinâmico, lentilhas com shitake, farofa de castanhas-do-Pará e um refogado de vagem com abobrinha paulista e alecrim. Claro que antes servi duas boas saladas, até porque elas são meu primeiro e maior alvo.
Vamos à receita:
Ingredientes:
4 bananas nanicas maduras
2 tomates picadinhos
1/2 cebola picadinha
Cheiro verde picadinho
Suco de 1 e 1/2 limão siciliano
Azeite
Sal do Himalaia
Modo de Fazer:
Pique as bananas em rodelas e coloque-as imediatamente no suco do limão para não escurecerem.
Em seguida, misture todos os outros ingredientes.
Prontinho! O sabor adocicado da banana com o ácido do limão mais o sal do Himalaia deram um toque sensacional neste acompanhamento.
Bom apetite!
Farofa Deliciosa de Castanha-do-Pará
Como já sabem, sou totalmente adepta dos leites vegetais. Aliás, em dia que não tomo, sinto falta.
Hoje o leite foi feito com castanhas-do-Pará previamente hidratadas, batido com amoras frescas e agave. Ficou sensacional!
A receita do leite é a básica: Coloquei 350gms de castanhas para hidratar em água mineral por 3 horas, joguei a água usada fora, coloquei as castanhas no liquidificador com 1,2 lt de água nova e bati bastante. Depois coei o leite com meu coador de tecido (voal) e separei os resíduos que sobraram para esta farofa da receita.
O leite obtido bati com amoras frescas, gelo e agave. Ficou dos deuses, como já comentei. Já os resíduos coloquei em uma frigideira e dei leve torrada, por alguns minutos. Reservei e foram a base para a bela farofa da imagem acima.
Coloquei:
Azeitonas pretas
1 cebola grande em rodelas
3 dentes de alho picadinhos
10 colheres de azeite
2 colheres de óleo de girassol
sal do Himalaia à gosto
Alecrim fresco
Cheiro verde picadinho
farinha de castanhas-do-Pará previamente torrada.
Modo de fazer:
Em uma frigideira larga aqueci o óleo de girassol e nele fritei o alho e depois as rodelas da cebola até ficarem bem macias. Em seguida, coloquei as azeitonas e desliguei o fogo. Adicionei o azeite, o sal, o alecrim, o cheiro verde e a farinha. mexendo bastante.
Pronto! Tivemos uma deliciosa farofa para o almoço, com pouco trabalho e muito sabor.
* Se quiser incrementar a receita, pode colocar pimentões picadinhos, açafrão da terra e mesmo um pouco de canela. Fica delicioso!
Bom apetite!
Hoje o leite foi feito com castanhas-do-Pará previamente hidratadas, batido com amoras frescas e agave. Ficou sensacional!
A receita do leite é a básica: Coloquei 350gms de castanhas para hidratar em água mineral por 3 horas, joguei a água usada fora, coloquei as castanhas no liquidificador com 1,2 lt de água nova e bati bastante. Depois coei o leite com meu coador de tecido (voal) e separei os resíduos que sobraram para esta farofa da receita.
O leite obtido bati com amoras frescas, gelo e agave. Ficou dos deuses, como já comentei. Já os resíduos coloquei em uma frigideira e dei leve torrada, por alguns minutos. Reservei e foram a base para a bela farofa da imagem acima.
Coloquei:
Azeitonas pretas
1 cebola grande em rodelas
3 dentes de alho picadinhos
10 colheres de azeite
2 colheres de óleo de girassol
sal do Himalaia à gosto
Alecrim fresco
Cheiro verde picadinho
farinha de castanhas-do-Pará previamente torrada.
Modo de fazer:
Em uma frigideira larga aqueci o óleo de girassol e nele fritei o alho e depois as rodelas da cebola até ficarem bem macias. Em seguida, coloquei as azeitonas e desliguei o fogo. Adicionei o azeite, o sal, o alecrim, o cheiro verde e a farinha. mexendo bastante.
Pronto! Tivemos uma deliciosa farofa para o almoço, com pouco trabalho e muito sabor.
* Se quiser incrementar a receita, pode colocar pimentões picadinhos, açafrão da terra e mesmo um pouco de canela. Fica delicioso!
Bom apetite!
domingo, 10 de novembro de 2013
Natal Espiritualizado
Afinal, o que comemoramos mesmo, no Natal?
Para muitos comemora-se a reunião em família, regada a costelas, lombos, perus e muita bebida alcoólica. Isso sem falar nos presentes caros, com embrulhos brilhantes.
Já para outros, por uma questão de privação econômica, já que existem os "regalos" na outra ponta, o Natal representa frustração, ausência, dor.
Poucos vivem o Natal em sua essência. Esquecem-se de que esta data simbólica representa a vinda de uma mensagem renovadora, espiritualizada para nós, na Terra.
Jesus, o Mestre por excelência, nasceu e viveu de forma simples. Aliás, escolheu pais humildes e uma manjedoura como primeira cama. E partiu como veio - simples, sem acumular nenhum bem material, embora (e até por conta de) sua fortuna espiritual.
Não buscou facilidades, tampouco sacrifícios de outros em nome de seu bem estar.
Viveu aquilo que pregou, convocando-nos ao amor ágape, desinteressado, humilde, acolhedor.
E como comemoramos a sua vinda?
Será que conseguimos nos aproximar Dele embebedando-nos, nos enchendo da carne de outros animais que, como nós, também sentem dor, angústia, medo?
Comprando presentes caros, esquecendo-nos que para muitos falta o essencial à vida?
Não, isso não é Natal. Isso é exercício de egoísmo.
Aqueles que desejam ser coerentes com a proposta do Mestre, precisam alterar alguns costumes, a começar pelo prato a ser consumido.
Natal é momento de reflexão. É momento de oração, de busca interior, de paz.
Oportunidade de se analisar pontos a serem alterados em nós e no mundo.
Façamos deste Natal um momento de vibrações pela paz mundial.
Lembrando que a paz no mundo só concretizará se fizermos a paz em nós, em nossas casas...
FELIZ NATAL CONSCIENTE!
Para muitos comemora-se a reunião em família, regada a costelas, lombos, perus e muita bebida alcoólica. Isso sem falar nos presentes caros, com embrulhos brilhantes.
Já para outros, por uma questão de privação econômica, já que existem os "regalos" na outra ponta, o Natal representa frustração, ausência, dor.
Poucos vivem o Natal em sua essência. Esquecem-se de que esta data simbólica representa a vinda de uma mensagem renovadora, espiritualizada para nós, na Terra.
Jesus, o Mestre por excelência, nasceu e viveu de forma simples. Aliás, escolheu pais humildes e uma manjedoura como primeira cama. E partiu como veio - simples, sem acumular nenhum bem material, embora (e até por conta de) sua fortuna espiritual.
Não buscou facilidades, tampouco sacrifícios de outros em nome de seu bem estar.
Viveu aquilo que pregou, convocando-nos ao amor ágape, desinteressado, humilde, acolhedor.
E como comemoramos a sua vinda?
Será que conseguimos nos aproximar Dele embebedando-nos, nos enchendo da carne de outros animais que, como nós, também sentem dor, angústia, medo?
Comprando presentes caros, esquecendo-nos que para muitos falta o essencial à vida?
Não, isso não é Natal. Isso é exercício de egoísmo.
Aqueles que desejam ser coerentes com a proposta do Mestre, precisam alterar alguns costumes, a começar pelo prato a ser consumido.
Natal é momento de reflexão. É momento de oração, de busca interior, de paz.
Oportunidade de se analisar pontos a serem alterados em nós e no mundo.
Façamos deste Natal um momento de vibrações pela paz mundial.
Lembrando que a paz no mundo só concretizará se fizermos a paz em nós, em nossas casas...
FELIZ NATAL CONSCIENTE!
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Sobremesa Viva de Frutas Com Calda de Amoras e Morangos
Para quem gosta dos sabores mais azedinhos, uma ótima pedida.
Ingredientes:
20 amoras frescas
10 morangos frescos
2 bananas maduras picadas e mais 1/2 em rodelas
5 damascos hidratados (opcional)
1 maça sem sementes mas com casca, picadinha
1 colher de sopa de agave
Modo de Fazer:
Em um pote coloque as bananas, os damascos e a maçã picados.
No liquidificador bata os morangos com as amoras e o agave.
Coloque este creme por cima das frutas e enfeite com um morango e a banana em rodelas.
Não demorei mais que 3 minutos no preparo.
E valeu muito a pena!
Bom apetite, com saúde e sabor!
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